
Para quem ainda não sabe, este é o ano da França no Brasil - tivemos o ano do Brasil na França, agora é o inverso.
Ainda que eu preferisse que os seriados, filmes, músicas, livros, jornais e outros meios de difusão da língua e cultura francesas fossem mais acessíveis aos brasileiros - ao invés de ficarem gastando milhões para custear as viagens de artistas performáticos cujos trabalhos não podem ser vistos por todos os brasileiros - temos de elogiar a iniciativa.
E não venham me dizer que a próxima novela da Globo terá cenas em Paris. Não é a mesma coisa que ver um seriado policial ou de comédia feito pelos próprios franceses sem a necessidade de desinfetar as imagens para "inglês ver".
Darei um exemplo no próximo post.
Abraço.